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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Deputado Federal eleito ocupará importante cargo na assembléia

Cezar Silvestri é nomeado por Beto Richa

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 Cezar Silvetri (PPS), deputado federal reeleito de Guarapuava, ocupará a tão cobiçada cadeira da Secretaria do Desenvolvimento Urbano.
O nome de Silvestri sempre foi tido por Richa como um companheiro fiel e chegou a ser cogitado pelo próprio governador eleito para ser o candidato a vice na chapa do PSDB.

domingo, 12 de dezembro de 2010

O vice provedor do Hospital São Vicente de Paulo, José alberto de Toledo, crítica a idéia de instalar um Hospital Regional em Guarapuava. Se ele pensasse mesmo no coletivo, ele próprio não criticaria essa idéia de instalar um novo centro de atendimento Hospitalar, é um absurdo uma pessoa como ele falar em trabalho coletivo. Mas a Campanha do Abaixo Assinado esta apenas começando e logo ganhará a mídia, criando laços fortes com bons representantes políticos de nossa cidade

FECHAMENTO DO ESTRELA DE BELÉM PROVOCA CAOS NO ATENDIMENTO HOSPITALAR

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O fechamento do Hospital Estrela do Belém sem qualquer aviso antecipado está provocando uma situação caótica nos demais hospitais de Guarapuava. Pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e de outros convênios de saúde estão migrando para o Santa Tereza, para o São Vicente e para o Semmelweis (Colônia Vitória), que já trabalhavam com a capacidade de leitos esgotada.
“Daqui a pouco vamos colocar macas nos corredores, vai haver gritaria. Por enquanto, estamos levando do jeito que podemos, pois temos que atender e pensar no coletivo”, afirma o vice-provedor do Hospital São Vicente José Alberto de Toledo. “Temos ainda que conviver com penalidades. É a Vigilância Sanitária Municipal, Ministério do Trabalho, Conselho Regional de Medicina, denúncias e ainda com o excesso de demanda. Temos que chamar a responsabilidade de quem criou essa situação. E ainda falam em criar Hospital Regional. Isso é um absurdo”, reage.
De acordo com Toledo, Guarapuava possui apenas um terço dos leitos que havia há 10 anos. “Tínhamos seis hospitais e agora?” Nos últimos anos, os hospitais São João, São Judas Tadeu e o Pronto Socorro (que funcionava onde hoje está a Polícia Federal) fecharam.
“Atendemos um universo de 550 mil habitantes de 20 municípios da região, cujos casos mais graves desembocam aqui. No nosso hospital 87% são atendimentos do SUS. Estamos remando como podemos”, diz.
Nos três hospitais em funcionamento em Guarapuava existem ao todo 390 leitos e 30 Unidades de Terapia Intensiva, assim distribuídos: 250 leitos (Santa Tereza), dos quais 180 destinados a pacientes do SUS; 28 leitos, sendo 16 para o SUS (Semmelweis) e outros 168 leitos, dos quais 121 para o SUS (São Vicente), além de 20 leitos de UTI (Santa Tereza) e outros 10 (São Vicente). 

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Quem acaba levando a pior é a população!

A violenta medida do Banco Central

Publicado em 07/12/2010 | EDSON RAMON
Medidas como a anunciada pelo Banco Central poderiam ser evitadas se houvesse contenção real na expansão dos gastos públicos
Consideramos uma violência, especialmente na época do Natal, a medida anunciada na última sexta-feira pelo Banco Central que visa reduzir o dinheiro para empréstimos no mercado, retirando R$ 61 bilhões da economia e, mais uma vez, onerando os consumidores e o empresariado. Ela vem na contramão de tudo o que os atuais e os futuros governantes vêm afirmando sobre o estímulo ao maior consumo de todas as classes sociais, especialmente as C, D e E. Essa forma de impor juros mais altos para os consumidores é desastrosa e nos parece que, a essa altura, é uma maneira de o governo Lula evitar a queima de capital político de Dilma. Com tal intervenção, o governo fará com que as pessoas consumam menos e as empresas invistam menos, enquanto a gastança (e não o investimento) administrativo/político do governo permanecerá a mesma. Temos a certeza de que, sem interferir no consumo dos brasileiros, o governo atual, ou o futuro, poderia agir de maneira mais eficaz e menos contracionista para evitar o fantasma inflacionário.
A expectativa dos comerciantes para as vendas do Natal deste ano era de que elas seriam maiores do que as do mesmo período do ano passado. Essa expectativa pode ser frustrada. Além disso, a grande maioria dos bens atingidos por tal medida, como veículos, por exemplo, não é geradora de inflação. Há mais: nesta época, as empresas já fizeram seus estoques baseadas em previsões e neste ano, em especial, otimistas. Imagine as consequências em termos de capital de giro, pois há compromissos assumidos pelas empresas baseados nas previsões de comercialização. Digamos que as empresas necessitem recorrer aos bancos com os juros ainda mais elevados. Há resultados danosos para toda a cadeia produtiva.
A origem primária da temida pressão inflacionária, com quem realmente não queremos proximidade, está na gastança pública. Medidas como esta anunciada pelo Banco Central, que inibem o crescimento do país, poderiam ser evitadas se houvesse contenção real na expansão dos gastos públicos. O setor público consome atualmente 20% da riqueza nacional; o setor privado, outros 62%, e ficamos com apenas 18% para investimentos. Deveríamos segurar o gasto público, que cresceria em percentuais sempre bem menores do que nosso PIB, para evitar a falta de investimentos na produção e em infraestrutura, evitando, assim, medidas fora de propósito como essas tomadas pelo Banco Central. Até porque a intervenção no sistema bancário, elevando o adicional de compulsório sobre depósitos à vista e a prazo de 8% para 12%, reduzindo o dinheiro disponível para consumo, nos parece desnecessária.
No Brasil não existe o risco do sistema bancário e financeiro ficar fragilizado. Ao contrário, ele foi robustecido, ao longo dos anos, com a cobrança de altas taxas de juros. Portanto, não corremos o mesmo risco que houve nos Estados Unidos e em outros países em crise recente.
A decisão anunciada pelo Banco Central na última sexta-feira pode acarretar problemas para toda a cadeia produtiva, causando desemprego e outras mazelas de um país que pode entrar em desaceleração econômica. Encolhe-se o país na proporção da pequenez e fragilidade de sua infraestrutura, em vez de melhorá-la e fortalecê-la, proporcionando o agigantamento do país e do desenvolvimento de sua população.
Edson Ramon é presidente da Associação Comercial do Paraná.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Um esforço que deve ser seguido pelos representantes políticos de Guarapuava

Bom exemplo : Hospital Regional de Ponta Grossa recebe 13 milhões para compra de equipamentos


O Hospital Regional de Ponta Grossa é resultado de um esforço conjunto, uma somatória de trabalho, no qual o grande ganhador é a comunidade regional”. Assim foi a definição do secretário de Estado da Saúde, Gilberto Martin, ao se referir a liberação dos R$ 13 milhões para a compra de equipamentos do Hospital Regional , durante a coletiva de imprensa, hoje (6), na UEPG.O dinheiro, segundo o secretário, já está na conta do governo do Estado, conforme a Portaria nº 3.313, de 29 de dezembro de 2009, publicada no Diário Oficial da União, no último dia 31. Segundo o secretário, a ação foi uma obra de “engenharia política” que começou com o pedido do deputado estadual Jocelito Canto (PTB-PR) e do reitor João Carlos Gomes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) ao deputado federal Wilson PIcler (PDT-PR), em novembro do ano passado.
Na ocasião, Picler visitou o Hospital Regional e ficou encantado com a obra. ' Fiquei emocionado com a grandeza e arquitetura da obra. Percebi que se tratava de uma obra necessária à população de Ponta Grossa e Campos Gerais e o quanto os usuários do SUS e a universidade precisavam de um hospital destes", relatou Picler , durante a coletiva. Para o secretário, os treze milhões de reais, conseguidos com os esforços do deputado federal , será possível agilizar a instalação do Hospital Regional . Hoje foi anunciada a nomeação de uma comissão para agilizar a administração das obras .
A comissão será presidida pelo diretor da 3ª Regional de Saúde de Ponta Grossa, Adroaldo Araújo, e tem como membros Luiz Fernando Oda, engenheiro da 3ª Regional; Carlos Luciano Sant’Ana Vargas, vice-reitor da UEPG; Cezar Roberto Busato, coordenador do curso de Medicina da UEPG e Joselito Pinheiro da Costa Júnior, da Prefeitura de Ponta Grossa.Entre os equipamentos divulgados hoje, o secretário estadual da saúde, Gilberto Martin, destacou a aquisição de aparelhos para a montagem de serviço de diagnóstico completo, com uma unidade de ressonância magnética, orçada em R$ 4,5 milhões.O investimento total (obra e equipamentos) no Hospital Regional de Ponta Grossa chega a R$ 35 milhões.
O hospital deve ser o mais moderno do Paraná e deve atender 37municípios dos Campos Gerais, vai cobrir uma população estimada de um milhão de habitantes."Senti que esse hospital merecia uma atenção primordial. Estou realizado por ter conseguido junto ao orçamento da União, a liberação destes recursos junto ao Ministério das Relações Institucionais.
O deputado Jocelito Canto ressaltou que a participação do deputado foi fundamental para o processo, " PIcler que nem é da região, conseguiu 13 milhões de reais para POnta GRossa. Muitos deputados federais que passam por aqui, não conseguiram tanto. Muito menos com um mandato de apenas sete meses".

Um caos na saúde pública de nossa cidade

"Se não houver reação política, o próximo a fechar é o Santa Tereza"

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Guarapuava possuía quatro hospitais e um já tinha fechado as portas. Nos últimos dias fomos surpreendidos com ofechamento do Estrela de Belém e, se persistir a situação, o próximo a encerrar as atividades é o Hospital Santa Teresa. O anúncio foi feito à RSN pela administradora do Hospital Santa Tereza, Mariza Ferracin.
"Tem que haver um olhar das autoridades a respeito disso. Já fomos surpreendidos com o fechamento do Estrela de Belém da noite para o dia e a nossa situação é atípica", observa.

Considerado um dos mais tradicionais e o maior hospital privado de Guarapuava e região, é essa característica que impede o Santa Tereza de receber recursos oficiais. Outro agravante é a carga tributária que incide sobre o hospital.

"Existe uma hierarquia para esse repasse de verbas. Em primeiro lugar a prioridade é para o Estado, seguido pelo filantrópico e na base desse tripé está o privado. Muitas vezes isso impede da inclusão em programas e na melhoria de equipamentos", afirma.

Para fazer frente a essa situação e sanar todos os problemas, a diretoria do Hispital Santa Tereza já deu o primeiro passo para concluir a transformação em associação. A Câmara de Guarapuava já aprovou a Associação Frederico Guilherme Keche Virmond em utilidade pública municipal e a Assembleia Legislativa do Paraná tambem reconheceu a entidade como utilidade pública estadual. O que falta agora é o trâmite burocrático tributário, mas "vamos entrar no Refis (Programa de Recuperação Fiscal)" e no Ministério do Trabalho. "Será necessário migrar os funcionários para a nova identidade jurídica", esclarece a administradora.

Com 250 leitos, outros 20 leitos em unidades de terapia intensiva (UTI) para adultos, pediatria e neo-natal, dos quais desse total, 180 atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), o Santa Tereza, abriga 345 colaboradores, entre os quais, um corpo clínico composto por até 180 médicos.

Nas últimas semanas, o Santa Tereza enfrenta um novo probelam que é demanda de atendimento provocada pelo fechamento do Estrela de Belém. A área mai concorrida está a obstetrícia que teve um aumento de 30% na demanda de pacientes,

"Isso já está acontecendo há semanas pela situação de fragilidade que o Hospital Estrela de Belém já estava enfrentando. "As pacientes começaram a migrar para o nosso hospital", observa Mariza.

CONTRA-PROPOSTA PARA O SAS

Responsável pelo atendimento aos conveniados com o Sistema de Atendimento à Saúde (SAS) durante seis anos, o Hospital Santa Tereza, ficou sem essa receita da noite para o dia.

"O esquema de atendimento que tínahmos montado foi desmanchado e tivemos que nos reestruturar para honrar com nosso compromissos financeiros sem essa receita que já estava prevista. Num prazo de dois anos conseguimos sanear a situação, abrindo novas frentes", diz Mariza Ferracini.

Para voltar a atender a demanda do SAS, a administração do Santa Tereza, reuniu-se com os representantes do plano de saúde, ontem, terça-feira (30) e apresentaram uma Carta de Interesses. Por enquanto, uma coisa é cetta: o valor proposto pelo SAS de R$ 18,80 per capita é inviável.

"O nosso financeiro está fazendo todos os levantamentos, estimando gastos e receitas e então apresentaremos uma contraproposta, porque o valor oferecido pelo SAS é inviável", afirma a administradora.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O Hospital Estrela de Belém fecha as portas com uma dívida perto de R$3 milhões de reais

Mesmo com a garantia do advogado do hospital Estrela do Belém, Nézio Toledo a Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Guarapuava de que o hospital Estrela, não fecharia suas
portas. O hospital fechou!
 O fato complicou a região central e centro oeste do PR que tem como cidade pólo Guarapuava. A cidade já teve seis hospitais e agora conta com apenas dois. O Hospital Estrela de Belém tem cerca de noventa leitos e atendia vários municípios da nossa micro região, Prudentópolis, Pinhão e Turvo e outros mais. A 5º Regional de saúde, ainda estuda o que deve ser feito para que ninguém saia prejudicado, mas a solução depende também de outros Hospitais daqui da cidade que teriam que investir para ampliar o atendimento.
Os Hospitais se comprometeram a dar respaldo nos casos de urgência e emergência que são casos que não da para esperar, e os casos de partos são casos a serem considerados de urgênçia e emergência